sábado, 3 de dezembro de 2011




Quando eu fico calada, quando de repente meu sorriso se desfaz, é você que chegou pra atordoar. Eu não sei, mas ele se foi, para sempre, nunca mais quis voltar. Só de me ver, eu não sei... Por isso, decidi por muito tempo apenas esperar e esperar. Eu fico aqui com os meus fones de ouvindo, uma musiquinha displicente. Às vezes olho no espelho e não me reconheço, esse jeito de ser, esse gosto de gostar. Eu queria um pouco de felicidade na minha vida, e se ele não me quer, tudo bem, não se pode gostar de todas as rosas, eu queria muito pegar uma estrada com o vento batendo no meu rosto e olhar para o horizonte e mais nada, sem rumo. Tenho vontade de me jogar no mundo, como se joga fora a última tragada. Voltar e ir embora. O amor só é bom para alguns, pra outros parece veneno. Se tivesse capacidade de com as minhas próprias mãos arrancar ele de dentro de mim, mas não posso, as vezes coloco os pés pelas mãos e isso só porque é amor, e isso me deixa triste.

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