O vento passou suavemente, senti seu cheiro, entrava pelas vias, de fato. Olhei um caminho meio estreito tinha a sensação de que passado ali poderia ser feliz ou não, decidi então, ser feliz. Um rapaz me recebeu, cabelos pretos iguais aos meus, o tom da pele nos era parecido, adentrei por aquela casa com a mesma sensação que entrei no caminho. Me despedi sorrindo, não sei se olhares ou os sorrisos me diziam alguma coisa, sorri, simplesmente, alívio, é dos melhores adjetivos a que posso descrever desse meu reencontro, antes guardado no meu subconsciente.
O meu amor, continua daquele mesmo jeito, eu amando e quando eu amo mais ele desama mais ainda, decidi que chorar não é a melhor saída, por isso também, sorri. Taí uma coisa da minha vida que no momento não estou sabendo descrever o suficiente, lembranças, um arem de lembranças. Posso dizer que estou mais forte e ao mesmo tempo mais fraca, o que sei certamente, é que não adianta entristecer, não adianta mesmo, uma situação que parece está eternamente estática, lá atrás, nós eramos felizes, sorriamos juntos e quando isso acontecia o mundo parecia ser só nosso. Eu te amo, eternamente, por mais, que a cada dia você esteja tão distante, longe dos meus olhos, do que eu possa ver, ainda assim o amo, diante de todos os acontecimentos tristes do ódio que as vezes me cobre, eu te amo, e pra mim isso é suficiente, no mais, adeus.
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