segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Talvez, em outra vida

 
Eu queria ser teu anjo pra te proteger de qualquer escuridão que ofuscasse teu sorriso. Pra poder estar perto de você, ao seu lado por ser sincero, por ser você. Autêntico, Te Amo, até por não me amar porque refletes o brilho do sol. E a lua que ilumina durante as noites escuras. Não sei onde estar, nem como está, nem exatamente assim, sentia profundamente alguém querendo te tirar de mim e foi assim que tudo aconteceu, por vezes penso não é justo, mas quem somos para julgar as ações humanas e divinas. Sinto que não és mas meu e não sei como será os dias da minha vida. Pela lei dos espíritas, somos apenas espíritos e eu sou um deles coberto por carne para cumprir este "carma". Mas mesmo tudo desmoronando sobre mim ainda estou aqui, sobressaindo amor por todas as partes. É uma história bonita? não sei, pode até ter sido, mas hoje ela reflete a tristeza sobre o meu olhar, sobre mim. Eu suporto, se for pra seguir com esse espinho dentro do peito seguirei sangrando por entre os últimos dias de minha vida. E quem sabe, por ordem divina nos encontraremos em outra vida. Agora, sorrir e chora, por outro alguém que não sou eu e não fui por muito muito tempo, creio que eu tenha sido um ensaio para tudo isso que estou vendo e aceito o pesar sobre minhas costas.  E entregou a rosa a outro alguém...

Um comentário:

  1. Uma leitura diferente da minha habitual! mas bem escrita... sofrida... religiosa... e bem sonhadora!

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