terça-feira, 3 de agosto de 2010



Ontem recebi uma ligação, era minha mãe do outro lado da linha com a "mão na massa" batendo um bolo. E na outra mão um telefone, eu não quero nem "pronunciar" o que ela me disse, eram palavras duras e sinceras. Típico da minha mãe. Ela se mostrava muito irritada com uma coisa que eu ando fazendo e já tinha deixado, mas me toma em algumas vezes essa vontade parece maior que eu. Mas na ligação ela falava disso também, falava de coisas que basta a gente querer pra acontecer e se não acontece/aconteceu era porque não era pra ser... Sabias palavras da minha mãe, e eu ouvia tudo atenciosamente, e inclinava a cabeça como que acatando tudo aquilo que ela me dizia e confesso fiquei até um pouco envergonhada, afinal ela estava certa e eu errada, me envergonhei pelo meu erro, não por ela e nem por mim. Então, o dia amanheceu e eu acordei era um sonho. Mas ouvi tudo aquilo e acordei com uma idéia na cabeça e realmente ela veio pelas duas da madrugada conversar comigo, sei disso. E o pedido de uma mãe nunca deve ser desfeito, por isso, decidi ser decidida. Algo que deixei em um caminho, por lá... Hoje esta aqui comigo, sinto um ar quente perto de mim como se tivesse alguém aqui me vigiando, talvez sejam os olhos da minha mãe. Calma, minha mãe. Sempre fui uma boa filha e sempre te ouvi... Acalme-se  [irei] estou  fazendo o que pedistes. E decidi então, olhar a natureza e viver coisa que há muito tempo não tenho feito. Mas deixe estar... 

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