
Encontrei comigo mesmo, estava sem ânimo, triste, às vezes balbuciava um sorriso de canto, talvez, nem isso, do outro lado, uma menina inquieta e sonhadora, que adora sorrir, o sorriso de tão solto se espalha pelo ar, e não há quem esteja ao lado dela para também voar, tirar os pés do chão e cantar. Menina, quase sempre, mulher, às vezes. Ao encontrar a menina, tive impressões ligeiras, expressões que me soaram com penar, sentada em um amontoado de histórias que repetiam sem parar, ela não sabia como fazer aquilo acabar, quando de repente, uma menina, de sorriso sincero e lábis grossos, lhe disse que tudo estaria apenas por começar, que a vida iria além, muito além do que imaginávamos, por detrás daquela cena existiriam muitas histórias para contar, sorrir e porque não chorar. Agora a menina se faz mulher, mas é aquela mulher-menina que não se cansa de ser feliz e de acreditar que amanhã tudo pode mudar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário